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Guia técnico de discagem automática

Plataforma recomendada: CINNDI
discadorautomático

Gestão

Métricas de discagem: os números que mostram se a lista rende

As métricas de discagem respondem duas perguntas: a lista está boa? A equipe está falando ou esperando? Com seis contas simples, feitas por campanha, por operador e por horário, o supervisor sabe onde mexer sem adivinhar.

Atualizado em

Supervisora analisando resultados da operação em um monitor ao lado da equipe

As seis métricas de discagem que importam

Taxa de atendimento

atendidas ÷ discadas

Mostra a qualidade da lista e do horário. Cai com lista antiga, número sem DDD certo ou bina que o cliente não reconhece.

Ligações por atendida

discadas ÷ atendidas

O inverso da taxa de atendimento, mais fácil de explicar para a equipe: quantas tentativas para uma conversa.

Caixa postal

caixas postais ÷ discadas

Lista com muita caixa postal pede outro horário ou outro canal, como uma mensagem antes da ligação.

Espera do operador

tempo livre ÷ conversas

Quanto tempo a pessoa fica sem falar entre uma ligação atendida e a próxima. É o que o discador existe para reduzir.

Tempo médio de conversa

tempo falado ÷ conversas

Conversa curta demais pode ser abordagem fraca; longa demais pode ser roteiro sem rumo.

Conversão por conversa

resultados ÷ atendidas

Quantas conversas viram o objetivo da campanha. Mede roteiro e lista, não o discador.

Cortar as métricas de discagem por horário e por operador

O número da campanha inteira esconde mais do que mostra. A mesma lista rende diferente às dez da manhã e às duas da tarde, e o mesmo roteiro dá resultado diferente na voz de cada operador. Por isso, olhe sempre três cortes:

  • Por horário: mostra quando a lista atende e onde vale concentrar a equipe.
  • Por operador: mostra quem converte mais e quem precisa de ajuda no roteiro, ouvindo as gravações.
  • Por lista ou origem: mostra qual fonte de contatos vale a pena repetir.
Supervisor orientando uma operadora durante o turno de ligações

Como ler os números juntos

  1. Taxa de atendimento baixa e espera alta: a lista ou o horário estão ruins. Troque o horário, teste outra bina ou limpe a lista.
  2. Atendimento bom e conversão baixa: o problema está na conversa. Ouça gravações e revise o roteiro.
  3. Espera baixa e clientes desligando no alô: há linhas demais no preditivo. Reduza.
  4. Muita caixa postal: experimente outro horário ou avise por mensagem antes de ligar.

Armadilhas comuns nas métricas de discagem

  • Contar ligação de caixa postal como atendida: infla a taxa de atendimento e esconde o problema.
  • Comparar operadores em listas diferentes: um pegou a lista boa, o outro a velha.
  • Olhar só o total do mês: quando o número aparece, o mês já passou.
  • Cobrar volume de ligações em vez de conversas: o operador aprende a desligar rápido.

Recomendação do guia

Métricas de discagem na CINNDI

Na CINNDI cada campanha tem o resultado na tela: telefones ligados, atendidos, caídos em caixa postal e ainda na fila, com o desempenho de cada operador embaixo. O ritmo por hora mostra ligações, atendidas, quantas ligações são precisas para uma atendida e quanto o operador espera entre uma conversa e outra, e as qualificações registradas aparecem em gráficos por dia e por horário.

Próximo passo

Coloque a sua lista para discar com a CINNDI

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